Pela segunda vez, a farmacêutica Cimed oficializou seu patrocínio ao Palmeiras, em um contrato robusto que vai até dezembro de 2027 e deve render cerca de R$ 57 milhões ao clube paulista. O anúncio foi celebrado no Allianz Parque, antes do clássico contra o Cruzeiro, reafirmando uma relação que transcende o campo e invade o mundo dos negócios e do futebol.
A parceria, que antes se limitava ao patrocínio nas mangas dos uniformes das categorias femininas e de base, agora terá a marca Cimed em posição de destaque na omoplata das camisas de jogo, treino e viagem das equipes masculina, feminina e das categorias de base do Verdão. Além disso, a Cimed lançou uma linha especial de produtos licenciados do Palmeiras, fortalecendo ainda mais a conexão entre clube, marca e torcedores.
Mas a maior surpresa veio do CEO da Cimed, João Adibe Marques, que não apenas confirmou o compromisso da empresa com o Palmeiras e com outros clubes patrocinados – entre eles Cruzeiro e Seleção Brasileira –, como também deixou escapar um desejo que, até então, parecia apenas pensado: assumir a presidência do clube alviverde.
“Sou palmeirense como pessoa física. No CNPJ, sou Seleção Brasileira, como brasileiro; cruzeirense, como mineiro; e palmeirense, como paulistano”, declarou Adibe, revelando sua multifacetada paixão pelo esporte e pelo Brasil. Com 53 anos, pai de cinco filhos e liderança de uma empresa com seis mil funcionários, ele disse com um sorriso: “Quem sabe (ser presidente do Palmeiras). O primeiro passo já foi feito, que foi virar sócio do clube”.
A declaração veio acompanhada de muito respeito e admiração por Leila Pereira, atual presidente do Palmeiras e figura que Adibe classifica como revolucionária na gestão do futebol brasileiro. Para ele, Leila não somente entregou resultados dentro de campo, mas também quebrou paradigmas ao assumir, com coragem, o comando de um dos maiores clubes do país como a primeira mulher a presidir um clube de futebol de alta grandeza.
Essa admiração é recíproca, visto o forte apoio da Cimed às investidas esportivas do Palmeiras, incluindo a ampliação do Núcleo de Saúde e Performance (NSP), com a oferta de vitaminas para o clube, além de ativações digitais e linhas de produtos exclusivas.
Com o novo contrato, o Palmeiras aumenta seu faturamento fixo de patrocínios no uniforme para mais de R$ 150 milhões anuais, somando Cimed e outros parceiros, o que representa um marco significativo para o faturamento do clube.
Assim, essa parceria desdobra-se em muito mais do que uma simples relação comercial. É um casamento entre paixão pessoal, estratégia empresarial e ambição esportiva — com um executivo que vê o Palmeiras não apenas como patrocinado, mas como casa.
Essa matéria traz um tom inédito à notícia, focando na importância da parceria institucional, no impacto financeiro ao clube e na revelação do sonho de João Adibe em, quem sabe, um dia presidir o Palmeiras, algo que pode mexer com as estruturas do futebol paulista e brasileiro.
Por WGA | Intagran | @wga.oficial

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