‘Vou pará-lo no segundo’: Gabriel Bonfim diz que Randy Brown não oferece ‘nenhum perigo’ no UFC Vegas 111

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Gabriel Bonfim é a manchete de um card do UFC após uma polêmica vitória por decisão dividida sobre o bicampeão Stephen Thompson. Porém, ele promete proporcionar aos fãs uma noite memorável ao enfrentar Randy Brown na luta principal do UFC Vegas 111.

Bonfim e Brown estavam originalmente programados para se enfrentarem no UFC Rio em outubro, mas foram transferidos para a atração principal deste sábado no show do UFC APEX, quando Brown foi forçado a deixar o evento no Brasil devido a uma lesão. Ao mesmo tempo “surpreso” e honrado com a atração principal, o Bonfim promete fogos de artifício neste fim de semana.

“Acredito que vou pará-lo no segundo round”, disse Bonfim ao MMA Fighting. “Ou vou nocauteá-lo ou finalizá-lo, mas acredito que vou nocauteá-lo. Venho treinando e melhorando muito minha trocação e é algo que sempre gostei. Aperfeiçoamos muito neste camp.”

Brown é um veterano com 20 participações no octógono, com 14 dessas lutas acontecendo em seu caminho. Apenas dois homens conseguiram nocauteá-lo no MMA, Niko Price e Vicente Luque, e “Marretinha” pretende ingressar nesse clube exclusivo para aumentar seu estoque após o confronto acirrado de três rounds com “Wonderboy” em julho.

“Quero dar um show para os fãs”, disse Bonfim. “Na minha última luta lutei com uma estratégia porque ele é um nível diferente, um cara com muita experiência. Quero mostrar um pouco mais de mim nessa luta, para dar ao torcedor o show que eles merecem. Negocie muito, derrube, suba e negocie com ele.

“Não poderia me soltar nem desviar da estratégia contra o Wonderboy porque ele é um cara muito perigoso que a qualquer momento pode me dar um chute na cara — como se quase tivesse acontecido. Randy Brown, nem tanto. Para mim, Randy Brown é mais passivo. Ele gosta de controlar a luta, muito calmo, sabe? É uma luta onde posso mostrar um pouco mais de mim.”

Bonfim disse que Brown é “um cara esguio que luta à distância, com chutes certeiros e muitos socos” e acha que isso combina muito bem com o que planeja fazer em 25 minutos ou menos. O brasileiro considera Brown um confronto favorável e acha que isso é um sinal de que o UFC quer lhe dar uma plataforma para brilhar e possivelmente entrar no ranking dos meio-médios em 2026.

“Acredito que ele não tenha muito a oferecer nessa luta”, disse Bonfim sobre Brown. “Acho que me colocaram lá para dar mais um passo na minha carreira. É uma luta muito boa para mim. Na minha opinião ele não oferece perigo nenhum, sabe? Sem contar que a qualquer momento posso colocá-lo de costas e finalizar.”

O brasileiro não tem nome para convocação pós-luta, já que o topo da categoria tem um mês movimentado em dezembro, com a maioria dos atletas classificados atualmente com reservas. Ele tem algumas ideias em mente e se voluntariará para intervir em uma dessas lutas caso algo aconteça com algum lutador.

“Acredito que vou entrar no top 10 nocauteando ou finalizando”, disse Bonfim. “É meio difícil agora (dizer quem pode ser o próximo) porque seis dos 10 primeiros têm lutas no evento de Nova York, mas ainda tem (Kamaru) Usman, Joaquin Buckley, Colby (Covington), caras que poderiam ser iguais a mim.”

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